Vale a pena ficar em SP nesse final de semana, especialmente na região dos Jardins. No sábado, além da Mostra Múltiplos Olhares sobre a Diáspora Africana, que terá apresentação do grupo de dança Tribo Bakongo Kingoma (diretamente do continente africano) no Cineclube Augusta, o restaurante vegetariano Vegethus abre mais uma filial num casarão dos Anos 40 na Haddock Lobo. E uma supernovidade para quem AMA pizza: Noite da Pizza Vegana com 20 sabores diferentes. Vamos cobrar esse evento do proprietário dacasa Goerge Guimarães, afinal, pizza está no sangue do paulistano.
Mas cuidado para não exagerar na balada de sábado porque no domingo tem palestra gratuita com o historiador norte-americano Rynn Berry que falará sobre Os Grandes Gênios Veganos dos Últimos Três Mil Anos, como Platão, Sócrates e Leonardo Da Vinci. Confira no post abaixo a programação da Mostra Africana que traz filmes e debates de 17 a 21 de junho. E anote na agenda o endereço do novo Vegethus: Rua Haddock Lobo, 187 – Fone: (11) 2306-2116 www.vegethus.com.br

De 17 a 21 de junho filmes africanos, feitos muitas vezes em parceria com a França, estarão sendo exibidos gratuitamente no Cineclube Augusta, sempre às 19h, seguidos de debates com especialistas nas questões africanas. A Mostra é promovida pelo IDDAB – Instituto do Desenvolvimento da Diáspora Africana do Brasil. Destaque para o sábado quando se comemora o Dia do Refugiado e haverá apresentação de dança da Tribo Bakongo Kingoma da África. Na programação estão os filmes Marracuene (Moçambique), Nhá Fala (Guiné Bissau), Heremakano (Mauritânia), Identidade e Negros (ambos franceses). Um evento importante e raro. Prestigie! É preciso confirmar presença pelo email idabdiaspora@gmail.com O Cineclube fica na Augusta, 1239.

A revista Mãe Terra deste mês (Ed.Minuano - Top de Qualidade de 2007 a 2009) publicou uma matéria minha sobre o YoG 2009 - Ano Internacional do Gorila. São oito páginas recheadas de fotos que recebi do pessoal que protege os gorilas-das-montanhas na República Democrática do Congo. Fiquei muito emocionada com a publicação porque o assunto foi bem valorizado e um rosto de um gorila-da-montanha cobre totalmente a contracapa da revista.
Vou mandar exemplares pra Unesco e para o pessoal do Congo. E fico imaginando o quanto os guardas florestais - verdadeiros heróis de uma guerra para o qual não estão equipados - ficarão contentes em se ver na revista, bem como as doces criaturas que eles defendem com a própria vida. Gostaria de recomendar a vcs a aquisição dessa revista que trás muito outros assuntos interessantes focados em meio ambiente e proteção da fauna. Um conteúdo muito últil para quem tem filhos na escola, ambientalistas, simpatizantes e profissionais da mídia. Também estarei colocando a matéria no site www.gorillashelp.com que desenvolvi para divulgar o Ano do Gorila no Brasil. Abaixo a contracapa e o Abre.


Gostaria muitíssimo que vcs reparassem nesses olhos... nesse olhar. São olhos de criança. Expressam a mesma ternura de qualquer criança humana. E nem mesmo é um bebê chimpanzé ou gorila, consideradas as espécies mais próximas do ser humano. É um bebê babuíno. É um macaco considerado agressivo quando adulto. Coincidência, não? Nossas crianças são tb tão meigas e quando crescem ninguém sabe no que irão se tornar... se serão adultos da paz ou empenhados na destruição... se continuarão amorosos ou se adotarão um comportamento violento. Mas o mais impressionante nessa foto é realmente esse olhar, extremamente humano, que o fotógrafo conseguiu captar. No fundo, as crianças, de qualquer espécie, são todas iguais. Elas têm os mesmos medos, as mesmas necessidades e essa meiguice... essa pureza que nos encanta. A foto consta do livro Filhotes, da Cube Books.

Uma divertida maneira de homenagear os bichos de estimação e ainda ajudar ONGs que se dedicam a cães e gatos. Uma bem-humorada recordação do seu bichano ou totó pra toda a vida que, além de ganhar uma (merecida) vitrine pro resto do mundo, colabora para com aqueles que ainda não tiveram a sorte de encontrar um lar.
MI-AUBook é um projeto editorial com propósito solidário que reúne fotos engraçadas ou curiosas de cães e gatos de todo o Brasil. O custo do livro é rateado pelos participantes (a um preço bastante acessível) e dá direito a dois exemplares. Os demais, da mesma remessa, são vendidos e a renda revertida para ONGs voltadas para animais domésticos.
Todos os detalhes sobre o projeto estão no site www.miaubook.com . Há 120 vagas para o Book dos cães e mais 120 para o dos gatos. As inscrições se encerram quando o número de participantes for concluído, por isso, não perca tempo e confirme logo sua participação pelo email jornalista.fatima@uol.com.br.
O site www.miaubook.com é ainda uma viagem pelo mundo da fotografia com cães e gatos, da onde se pode extrair boas idéias para fotografar as “estrelinhas” da casa. Há também um espaço para as ONGs se cadastrarem. Além de beneficiar financeiramente uma ONG, cada Book terá algumas páginas dedicadas ao trabalho de outras entidades que estarão participando gratuitamente. E o projeto já está dando o que falar. Acompanhe nos links abaixo, do UOL e do Globo/Diario de SP o que já foi publicado esta semana sobre o MI-AUBOOK:
http://itodas.uol.com.br/portal/casa_e_comida/bichos/materias/materia.itd.aspx?cod=7055&canal=13
http://oglobo.globo.com/diariosp/quatropatas/
Foto abaixo, do gatinho retratando o cachorro no quadro, é do livro "Por qué pintan los gatos", de Heather Busch e Burton Silver

Vejam a mais recente matéria sobre gorilas no site do UOL/Bichos. Foi feita com base no meu site www.gorillahelp.com e fotos da ONG www.gorilla.cd
http://itodas.uol.com.br/portal/casa_e_comida/bichos/materias/materia.itd.aspx?cod=7039&canal=13

Minha entrevista sobre gorilas na Just TV programa NetKids SuperEcológico foi colocada no site oficial da campanha do Ano Internacional do Gorila. Vejam no link abaixo:
http://www.yog2009.org/index.php?option=com_content&view=section&layout=blog&id=6&Itemid=67
A nota é esta:
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Como eu, talvez a maioria de vcs só conheça a versão da Bela Adormecida contada pelos Estúdios da Disney. E eu vou contar a original, cheia de surpresas e motivos para a reflexão.
Vcs se recordam que a Bela Adormecida foi uma criança muito aguardada pelo rei e pela rainha? O casal não conseguia ter filhos até que um dia um sapo apareceu no banheiro da rainha e lhe disse que uma linda, generosa e inteligente menina nasceria no reino. A profecia se concretizou e o casal real fez então uma grande festa para celebrar o nascimento da princesa.
E é agora q entra na história a Lei da Ação e Reação. Havia apenas 12 pratos de ouro, mas 13 fadas-madrinhas protegendo o reinado. Então o casal resolveu não convidar uma delas. Durante a festa, no entanto, essa fada excluída do grande acontecimento apareceu furiosa e rogou uma praga na princesa. Ela disse q a menina morreria aos 15 anos de idade ao se ferir numa daquelas máquinas de tear. Ao mesmo tempo, outra fada, procurou amenizar a praga dizendo que a princesa não morreria, mas dormiria por muito tempo.
Passados 15 anos, o casal real está na floresta e a menina sozinha no castelo. Ela descobre um quarto com a tal máquina de tear, fere o dedo e dorme... por 100 longos anos. Só que na versão original, ela e todo o reinado cai em sono profundo, incluindo seus pais, servos e animais. Nesse tempo todo nenhum príncipe consegue adentrar o castelo para salvar a princesa dessa maldição. E, quando finalmente um príncipe beija a princesa, todo mundo acorda.
O teor da história é político, mas a gente nem percebe. Podemos supor que o reinado é uma sociedade alienada, incapaz de sair de um estado de estagnação no qual fica presa por muitos anos, até que um herói quebra as barreiras do castelo e injeta vida a toda à população adormecida. Era natural os autores daquela época passarem suas visões políticas para as histórias, mesmo se tratando de contos infantis.
Mas voltando à questão da Ação-Reação.... quem teria cometido uma ação negativa em primeiro lugar? A décima terceira fada q não foi convidada para a festa? Não! O casal real foi arrogante ao máximo, priorizando seus pratos de ouro à companhia de mais uma fada. Eles tinham outras opções. Podiam, por exemplo, servir todas as fadas em pratos mais simples, mas preferiram demonstrar pompa e incutir numa fada o sentimento de rejeição. A ação provocou uma reação e todo o reinado foi afetado.
Isso tb acontece com freqüência na nossa vida diária e, muitas vezes, nem percebemos. Claro que ninguém tem o direito de prejudicar ninguém, muito menos por vingança... mas quase sempre topamos com uma reação que nós mesmos plantamos. Quando não tratamos alguém bem ou de maneira educada, não podemos esperar que sejamos tratados com educação. Se nos negamos a ajudar alguém que pede por socorro é possível que mais adiante também nos falte algum apoio importante. Quase sempre a reação não vem da mesma pessoa que afetamos, mas de outra da qual nem desconfiamos.
É o que alguns chamam de “efeito bumerangue”. Em algumas ocasiões a ação é de nós contra nós mesmos: má alimentação, drogas, alcoolismo, cultivar a culpa, auto-críticas severas etc. Volta do mesmo jeito, só que mais rápido, porque a distância é mais curta. Sentimentos que nos reprimem emocionalmente ou ações que nos agridem fisicamente tendem a criar o caos na nossa matéria e na nossa mente... quando não avança tb pro nosso campo espiritual.
Precisamos ter uma atitude mais amorosa conosco e com os demais. Ainda no caso da Bela Adormecida reparem que é um gesto de amor que salva a princesa... um gesto sutil e amoroso que, inclusive, reflete em tudo ao redor. O príncipe não acordou a princesa socando-a ou chacoalhando-a com força. Da mesma forma, às vezes, um simples e sincero pedido de desculpas muda toda uma reação. Um simples reconhecimento de que cometemos um erro, mas que nos perdoamos por isso, impede sentimentos que nos causarão danos mais adiante.
No fundo, o que todo mundo quer é ser respeitado (e tb amado)... tanto as pessoas ao seu redor quanto vc mesmo. Se no lugar do orgulho houver perdão e no da raiva houver compreensão... há uma grande chance das reações negativas serem atenuadas e até anuladas. Nenhum de nós vai viver 100 anos como a Bela Adormecida. É melhor resolver as pendências agora.
A maioria de nós tem o hábito de criar resistência em determinadas situações. Criar resistência é relutar, rejeitar ou se debater em cima de um fato ou circunstância, seja ela passageira ou de efeito mais duradouro. Ocorre que a resistência só agrava a situação.
Estive lendo um livro sobre o poder da intenção, no qual, inclusive, o famoso “O Segredo” se baseou, e que fala dos benefícios da não-resistência. O autor Wayne Dyer diz que quando deixamos de resistir, as coisas fluem de forma a nos direcionarem para o melhor caminho, sem negação, sem esforço, sem luta.
Dia desses, conversando com um amigo, ele me deu alguns exemplos interessantes de não-resistência que gostaria de compartilhar com vcs porque, do mesmo jeito que me ajudaram a ter uma outra visão de determinada situação que eu enfrentava, podem tb ajudar vcs caso estejam passando por algum momento semelhante.
Ele contou a história de uma colega de faculdade. A garota entrou em duas universidades, cada uma num curso diferente e muito longe uma da outra. Conclusão: precisava urgentemente se decidir por uma porque não teria condições de manter as duas. O problema: desistir de qual se as duas a interessavam?
Esse exemplo se encaixa na nossa vida prática quando tb nos sentimos numa encruzilhada do tipo: que caminho seguir? Que pessoa, trabalho, cidade ou tipo de vida escolher? Ou seja, aquela dúvida que cresce tanto na nossa cabeça que a gente fica totalmente atordoada.
A colega do meu amigo tinha essa mesma turbulência dentro da mente dela. Então, quando voltava para a faculdade depois de xerocar um trabalho para um dos cursos, bateu uma forte rajada de vento e todo o material voou das mãos dela. E tudo, absolutamente tudo, caiu dentro de uma casa abandonada que ela nem tinha como adentrar para pegar. Nesse momento ela parou de resistir à idéia de “ter que escolher” entre uma coisa e outra. Simplesmente deixou a rajada de vento decidir. Se o trabalho se perdeu, pensou, não era aquela faculdade que ela deveria seguir.
Claro que não podemos dizer se a decisão dela foi a mais assertiva. Isso só o tempo dirá. Mas a mensagem que fica desse exemplo é que ela simplesmente parou de resistir e deixou a resposta fluir pelo acaso, sem tortura mental. Apenas deixou fluir e aceitou a resposta que lhe foi dada pelo, digamos, destino... se é assim que se pode dizer.
Outro exemplo é de um homem que caiu numa cachoeira e estava lutando com todas as suas forças para alcançar a margem. O problema é que a correnteza era muito forte e ele não conseguia nenhum progresso batendo freneticamente os braços. Então teve o insight de parar de resistir e deixar a correnteza o levar. E ele foi arrastado pelas águas por um trecho em que havia um grosso tronco de árvore no qual pôde se apoiar e saltar para fora do perigo. Quando ele parou de lutar veio a solução. Ela apenas veio, de mão-beijada e ele, naturalmente, a agarrou.
Muitas coisas acontecem dessa forma. Quando a gente para de pensar no assunto que nos aflige, a solução vem sozinha, sem a gente se exaltar, brigar, ofender, sem a gente sair do nosso eixo de equilíbrio. Parece que nosso inconsciente, somente nesse exato momento de não-resistência, consegue trazer à tona a mensagem ou resposta que tanto aguardávamos. No fundo as respostas estão dentro da gente, o problema é que na ausência de paz interior elas não emergem, não fluem.
Espero que esses exemplos possam ajudar vcs a deixarem as coisas fluírem sem qualquer resistência. Deixem o vento soprar, a água levar... deixem as coisas acontecerem sem a insistente e, quase sempre, inútil tentativa de manipular os resultados. Tem uma antiga música dos Titãs que diz assim: as respostas estão todas no chão... vc tropeça e encontra a solução.


Particularmente, acho uma bobagem essa coisa de Dia Internacional da Mulher e as tentativas de elevar o sexo feminino a um patamar de deusa criadora e gestora do universo, com "poder" disso e daquilo. Essa coisa do "poder feminino" acho ultrapassada. Eu cultivo a feminilidade e o erotismo. Sou o tipo de mulher q adora vestidinho e outros itens que nos destacam, digamos assim, como sendo do sexo feminino. Mas eu não levanto a bandeira da Mulher Magnifíca, sexo forte, batalhador e mais um monte de adjetivos que surgem para descrever a fêmea do gênero humano, especialmente, nessa época do ano, às vésperas do Dia Internacional da Mulher.
De maneira alguma eu deixaria de reconhecer o grandioso trabalho de nossas ancestrais que conseguiram, primeiro (subir as saias - e a essas sou realmente grata)... depois, fazer do biquini um sucesso e, especialmente, de conseguir o direito de voto, de dirigir, trabalhar, de ganhar o mesmo salário (embora isso não funcione na maior parte dos países), entre outros avanços. Mas não acho que as mulheres são especiais porque lutaram e conseguiram alguns direitos.
Nesse assunto sou mais cética e científica. Homens e mulheres são diferentes, física e emocionalmente. Essas diferenças decorrem de estruturas físicas diversas e também de um histórico cultural que deu vantagem aos homens sob muitos aspectos. Mulheres e homens desenvolveram interesses e necessidades diferentes ao longo dos anos em decorrência do período que viveram e da cultura na qual estavam inseridos. Ponto.
Algumas atrocidades contra as mulheres foram banidas e outras permanecem... mas tudo tende a evoluir. Não tenho o hábito de achar que as mulheres são heroínas , especiais, transcendentais e tudo de lindo e iluminado que falam sobre elas. Indole boa ou má não escolhe sexo. Sorte também não. Homens e mulheres estão igualmente expostos as mesmas circunstâncias da vida e podem se tornar pessoas interessantes, alegres e criativas ou egoístas, omissas e cruéis.
Sabemos que grandes ditadores e opressores da humanidade foram homens. Mas e daí? Apenas foram homens porque a política sempre foi e ainda é dominada por eles. Por isso é muito mais provável líderes revolucionários ou ditadores inescrupulossos serem homens. E ainda vai continuar assim por algum tempo porque até hoje as mulheres ainda não demonstram tanto interesse pela política (pelo menos não em fazer parte dela) quanto os homens. É como falei num parágrafo atrás: homens e mulheres desenvolveram necessidades e interesses diferentes. Isso esstá mudando, mesclando... mas ainda carregamos características marcantes em nossos ancentrais.
Então eu não me encanto com essas comemorações do tipo Dia Internacional da Mulher. Fica parecendo até um prêmio de consolação, tipo assim: "Já que vcs não são tão boas quanto os homens, pelo menos vamos dar a vcs um dia para elogiá-las". Como sabemos, não há Dia Internacional do Homem porque ele não precisa disso pra reforçar sua auto-estima. Ele já é bastante seguro de suas atribuições e tarefas nesse mundo... e isso de forma inconsciente. Ele carrega e expressa essa auto-confiança, claro, salvo em casos em que uma doença chamada depressão o afeta. Mas no geral, o homem está confortável dentro de seu corpo, seja magro ou obeso, porque ele já "se acertou" lá dentro, no seu interior, como um humano do sexo masculino apto para desempenhar as tarefas que a natureza lhe impôs.
Como a mulher, devido ao histórico da nossa espécie, ficou no papel de codjuvante por muito tempo, ela ainda tem dúvidas, neuroses e medos com relação ao seu papel. Está tateando quase que no escuro. Á s vezes acerta e evolui e às vezes se perde (me refiro as mulhres no conjunto). Mulher tem que decidir entre várias opções: me mato de trabalhar e fico independente de pai e marido? Ou é melhor eu trabalhar fora e ainda criar os filhos? Será que não é melhor eu ser apenas uma boa dona de casa e mãe dedicada? Serei mais feliz solteira ou casada?
Parece que os homens não refletem sobre isso. São mais práticos, ou melhor, resolvidos. Em geral a opção é só uma: quero trabalhar, ter dinehiro, mulher e filhos... não necessariamente nessa ordem... e ponto. Então não é uma questão de um ser mais especial que o outro, mais ou menos inteligente ou qualquer outra coisa que crie um abismo entre os sexos. A questão é:
O que se comemora no Dia Internacional da Mulher? Ter nascido com sexo feminino?
Para mim homens e mulheres são apenas pessoas com um histórico cultural que favoreceu o sexo feminino em alguns aspectos e o sexo masculino em outros. Para que serve o Dia Internacional da Mulher?
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